A ameaça do lixo espacial

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Temos de nos concientizar enquanto é tempo

Se alguém tivesse de adivinhar qual tipo de artefato espacial a humanidade mais lançou à órbita terrestre nas últimas cinco décadas, provavelmente erraria. Nada de satélites artificiais, espaçonaves tripuladas ou sondas interplanetárias.
A resposta certa é: lixo.
Sim, lixo. A cada lançamento de foguete que se faz, produz-se grande quantidade de detritos que acabam indo parar no espaço ao redor da Terra. Por que isso acontece? Tem a ver com as tecnologias empregadas nos veículos lançadores. Por exemplo, a imensa maioria dos foguetes capazes de colocar satélites em órbita possui vários estágios
Eles seriam como "andares" do veículo, que são descartados conforme seu combustível se esgota. Assim, o foguete não precisa levar todo o peso durante a subida, descartando alguns pedaços assim que se tornam inúteis.
Ocorre que, além do satélite ou outro artefato (o termo genérico usado é "carga útil") que vai na ponta do foguete, o último dos estágios também acaba entrando em órbita. E fica lá, às vezes por anos, outras por décadas, girando ao redor do nosso planeta. Isso sem falar em pequenos parafusos e lascas de tinta que se desprendem durante a separação dos estágios e tornam-se também pequeninos satélites. No fim das contas, são mais de 9.000 objetos feitos pelo homem (coisas que vão desde satélites operacionais a ferramentas soltas no espaço por astronautas) que precisam ser monitorados constantemente. Se somarmos a eles os detritos como lascas e parafusos (com tamanho superior a um centímetro), o número passa a cerca de 110 mil.
Mas acalme-se, esses dispositivos - ou parte deles - não vão cair na sua cabeça. Caso se desprendam da órbita, eles não causariam dano algum a quem vive na Terra, já que quando esses detritos entram na atmosfera, eles queimam e quase nunca sobra algum pedaço para contar a história. Um objeto grande demais pode, em tese, causar danos. Mas as reentradas de satélites maiores também são monitoradas, para se certificar de que cairão no mar - que é o que normalmente acontece. São números de assustar.Para cada satélite lançado pelos americanos, são produzidos, em média, quatro detritos espaciais. A média russa é a metade disso (dois detritos por satélite lançado), mas ainda assim é grande. Até porque essas coisas acabam indo para o espaço para ficar. "O espaço é o ambiente mais frágil que existe, porque tem a menor capacidade de se reparar. Apenas a atmosfera da Terra pode remover satélites de órbita", afirmou Joel Primack, astrônomo da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, nos Estados Unidos, durante uma palestra. Isso acontece porque a resistência das moléculas residuais de ar nas órbitas mais baixas faz com que os objetos voem cada vez mais baixo, até entrarem de vez na atmosfera, quando eles queimam para valer. "Detritos em órbitas mais altas do que 800 quilômetros da superfície estarão lá por décadas; mais do que mil quilômetros, por séculos; e acima de 1.500 quilômetros, praticamente para sempre.", disse. Lixo perigoso Até aí, você pode pensar: é bastante lixo, mas o espaço é bem, digamos, espaçoso. Ninguém vai se incomodar. Mas não é assim. Tudo bem que há muito lugar vazio, mesmo nas órbitas mais próximas da Terra (as mais poluídas), mas o problema é que esses detritos espaciais viajam em grandes velocidades, pois foram impulsionados pelos foguetes que os levaram até lá em cima.
Viajando a 28 mil quilômetros por hora (o padrão para qualquer coisa que esteja numa órbita terrestre baixa, como os ônibus espaciais e a Estação Espacial Internacional), até mesmo uma lasquinha de tinta pode ser fatal.
Caso um desses detritos colidisse com uma nave tripulada, por exemplo, poderia surgir um buraco no casco, causando a despressurização do veículo.
Por isso, todas as potências espaciais que fazem lançamentos de astronautas (basicamente americanos, russos e chineses) mantêm um monitoramento constante dos detritos espaciais, para saber de onde estão vindo para onde eles estão indo.
Caso um esteja em rota de colisão, a única saída é sair da fre
nte do lixo. Isso já aconteceu em situações até pitorescas.
Em um episódio recente, um astronauta que trabalhava no exterior da Estação Espacial Internacional deixou escapar uma das ferramentas que estava usando. Conforme ela se afastava, flutuando pelo vazio do espaço, o controle da missão decidiu disparar um foguete e "empurrar" a estação mais para cima. Automaticamente ela passa a orbitar numa órbita maior e mais alta. O medo era que a ferramenta perdida desse a volta na Terra e acertasse a estação dali a 90 minutos. Manobras como essa são mais corriqueiras do que se pensa. Um procedimento de segurança adotado, por exemplo, em todos os voos do ônibus espacial é o seguinte: uma vez que a nave esteja em órbita, ela voa com o "rabo" voltado para a frente. O esforço é para que os astronautas, na porção frontal do veículo, corram menos riscos, caso a espaçonave encontre pela frente algum detrito. Risco aumentado Em 1957, quando os soviéticos lançaram o primeiro satélite artificial da Terra, ninguém pensava nessas coisas. Agora, o difícil é não pensar. Bobeou, deu problema. Pelo menos foi o que aconteceu no dia 10 de fevereiro do ano passado, quando a empresa de telecomunicações americana Iridium perdeu, de repente, o contato com um de seus satélites. Quando foram ver o que tinha acontecido, descobriram que ele havia sido destruído por uma colisão com um antigo satélite militar soviético, há muito tempo desativado. Além do prejuízo, o episódio produziu adivinha o quê? Mais lixo espacial. Em vez de dois satélites, agora havia mais de 60 pedaços grandes de metal (além de incontáveis pedaços pequenos) em órbita da Terra, resultado da colisão. É bem verdade que foi a primeira vez que se registrou uma colisão entre dois satélites, o que mostra que episódios como esse costumam ser bem raros. Em compensação, com o aumento constante de detritos em órbita, a tendência é que eles se tornem cada vez mais frequentes. Se não tomarmos muito cuidado, eles podem resultar numa reação em cadeia que transformará detritos maiores (e mais "monitoráveis") em detritos menores e mais numerosos, efetivamente envolvendo nosso planeta num invólucro de lixo e tornando ainda mais complicada a já complexa missão de enviar alguma coisa ao espaço.



FONTE
http://br.noticias.yahoo.com/s/27042010/48/manchetes-ameaca-lixo-espacial.html
http://www.observatorio.ufmg.br/Pas81.htm

~#☥ GATOS DESAPARECEM NO CEMITERIO DO ARAÇA ☥#~

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Gatos desaparecem do cemitério do Araçá, em SP

Um mistério ronda há dois meses o cemitério do Araçá, na avenida Doutor Arnaldo, na região do Pacaembu, em São Paulo.
Quase tão tradicionais no local quanto os mausoléus de famílias quatrocentonas paulistanas, os gatos, que antes passeavam sossegados entre os túmulos, agora desaparecem sem deixar rastros --desde abril estima-se que cerca 80 deles sumiram.
A situação vem tirando o sono dos protetores dos felinos do local, ao menos seis, cada um com sua "região" específica do cemitério.

Uma das mais atuantes é Roseli Cometti, 63. Há seis anos a aposentada cuida todos os dias dos bichanos, mas, diz ela, nunca passou por situação semelhante. "Há uns dois meses apareceram alguns corpos, pareciam envenenados, outros, mortos por cachorros, mas, agora, eles somem e a gente não vê nenhum corpo", diz.

Seus gatos são os mais gordinhos, o que é causa de maior preocupação e a faz levantar uma hipótese que a leva às lágrimas. "Eles são gordos, bons para vender para restaurante", se referindo à reportagem sobre cães e gatos que eram consumidos em estabelecimentos coreanos do bairro do Bom Retiro.

Adélia Iurilli, 69, também protetora, divide a preocupação. Ontem, levou ao cemitério uma lista com o nome de "seus gatos". A medida que as duas percorriam os túmulos, ficavam aliviadas por ver um animal mais estimado e saber que não sumiu.

E os animais andam assustados. "Eu não sei como pegam eles, nem eu consigo mais pegar", diz Roseli.
Sobre as ações do cemitério para conter os sumiços, Roseli diz que fala para o administrador: "Seu David, o senhor parece marido traído, nunca sabe de nada!"

Público:

Pedro Facchini, 44, que tem parentes enterrados no cemitério, diz que os gatos "não incomodam". Opinião semelhante tem Simone Almeida, 37, que estava em um velório. "Vi um gatinho, achei simpático".

Para o administrador do local, Carlos David, a quantidade de gatos no cemitério não mudou muito. "Apareceram gatos mortos, mas não acredito em toda essa diferença que falam". Segundo ele, estão sendo tomadas "providências", e cães que frequentavam o cemitério à noite foram "espantados".

"Algumas famílias reclamam que os gatos fazem cocô em cima da sepultura. Eu não posso fazer nada", diz o administrador.

Segundo o delegado da 1ª Delegacia do Meio Ambiente, Celso Damasceno, onde foi feita a queixa sobre o caso, o encaminhamento desse tipo de ocorrência é parecido com o feito em delegacias comuns. No caso do Araçá, há inquérito aberto, mas nenhuma suspeita foi levantada.

Dois investigadores da delegacia participarão hoje de uma reunião convocada pelo Centro de Controle de Zoonose, que controla a população de gatos com castrações. Serão ouvidos os protetores e a administração do cemitério.

Vanessa Correa
Colaboração para A FOLHA.

Assine a petição exigindo providências contra a matança de gatos no cemitério do Araçá, em SP

~#☥ FUNDO PRETO GASTA MENOS ENERGIA ☥#~

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Os monitores de vídeo gastam mais energia para formar a cor branca, mais utilizada em sites, do que o preto.
Por este motivo, profissionais das Rising Phoenix Design lançaram o movimento BlackBack web Theory (Teoria do fundo preto na internet).

Isso acontece porque para formar a cor branca é preciso unir todas as demais cores, o que resulta no gasto de 74 watts. Enquanto isso, uma tela em preto, na qual há praticamente a ausência de cores, gasta-se cerca de 59 watts para a formação.
Para que o uso do computador e da internet não seja responsável por um maior consumo de energia, o que pode causar danos para o abastecimento deste recurso natural no futuro, muitas pessoas já têm adotado as cinco cores que gastam menos energia (preto, azul marinho, terra, verde e roxo)..
Se considerarmos que o Google recebe cerca de 300 milhões de visualizações de páginas por dia, a iniciativa seria capaz de economizar cerca de 750 Megawatt/hora por ano, que é o equivalente à capacidade de produção da usina nuclear de Angra 1 ou a mesma quantidade necessária para abastecer por um ano uma cidade de 600 mil habitantes.
Essa iniciativa mostra que as pessoas que formam sites e páginas na internet podem agir de forma a pensar no abastecimento de energia por muito mais tempo. Para que você saiba quais cores devem ser usadas, veja abaixo a escala feita pelos profissionais que lançaram o movimento. Ao adotá-la, você estará pensando tanto na sociedade como na economia da sua conta de energia.

Conheça o Google Black e faça parte dessa brilhante iniciativa:
http://googlediscovery.com/labs/googleblack/

COR GASTO:

Branco # 74 watts
Amarelo# 69 watts
Azul claro# 68 watts
Cinza prata# 67 watts
Azul# 65 watts
Vermelho# 65 watts
Verde limão# 63 watts
Cinza# 62 watts
Verde oliva# 61 watts
Roxo# 61 watts
Turquesa# 61 watts
Verde# 60 watts
Terra# 60 watts
Azul marinho# 60 watts
Preto# 59 watts

~#ECO SIM CHATO NÃO #~

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AQUI VÃO ALGUMAS DICAS FÁCEIS PARA TORNAR A VIDA MAIS SAUDÁVEL E COOPERAR COM O MEIO AMBIENTE:

USE MÓVEIS DE MDEIRA:
Sim, optar por móveis de madeira é uma atitude sustentavel.Árvores, para crescer, tranformam o carbono da atmosféra em madeira.Por isso, cerca de metade do peso da madeira é de átomos de carbono - os mesmos que poderiam está no ar causando o efeito estufa. "O móvel de de madeira mantem o carbono que poderia ir para a atmosféra aprisionado por muito tempo, podendo ser usado muitas gerações.Isso não acontece com os plásticos e o aço", diz o pesquisador Marcio Nahuz, do Centro Tecnológico de Recursos Florestais do iInstituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).A quantidade de carbono que o seu guarda-roupa aprisiona depende do tipo de árvore e da dencidade da madeira de que ele é feito. Prefira os móveis de pinus, Eucalipto e paricá e evite as espécies ameaçadas como o pau brasil, mogno, imbuia,e jacaranda- paulista.E, claro escolha madeira com certificação do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil), que garante a procedência das Árvores plantadas e derrubadas de maneira planejada.outra vantagem é que a madeira é um lixo muito mais tolerável para o ambiente que outros materiais, plásticos e outros derivados do petróleo precisam de muito mais tempo para se decomporem e precisam de um processo de reciclagem(quando há)que podem consumir energia e assim liberar mais carbono na atmosfera.

TAMPE BEM A PANELA:
Parece conselho de mãe para a comida não esfriar, mas a ciência explica que o simples habito de tampar a panela enquanto esquenta água para fazer um macarrão ou um cafezinho já se está economizando pois a água esquenta mais rápido e isso faz com que a água não se evapore,segundo o o fisico Claudio Furukaua, da Usp , a cada minuto que a água ferve em uma panela sem tampa, cerca de 20 gramas do liquido evaporam.Com o vapor , vão embora 11 mil calorias.Como o poder de conferir calor do GLP, aquele gás usado no botijão de cozinha , é de 11 mill calorias por grama, será preciso 1 grama a mais de gás por minuto para aquecer a mesma quantidade de água.Isso pode não parecer nada para você ou para um botijão de 13 quilos, mas imagine o potencial de devastação que um cafezinho despretencioso e sem os devidos cuidados poderia provocar em uma população como o Brasil:54,6 toneladas de gás desperdiçado por minuto de aquecimento da água, consideirando que cada familia brasileira faça um cafezinho por dia.Ou 4200 botijões desperdiçados.

EVITE PLÁSTICO E VIDRO:
No super mercado surge a dúvida:serei um cidadão mias sustentável se levar a embalagem de alumínio, de vidro ou pet?O senso comum apostaria na latinha , já que ela é quase totalmente reciclavel no Brasil.Alguem poderia contra-argumentar que ela gasta energia demais:a industria do alumínio consome 6% da eletricidade do Brasil.Já a ciência diz que ,se a intenção é só avaliar a forma mais ecológica de beber refrigerante ou cerveja, siga o senso comum.Esse é o conselho da engenheira quimica Renata Valt, autora do livro Ciclo de vida de embalagens para bebidas no Brasil.Segundo ela a lata leva vantagem justamente pelo alto indice de reciclagem (96% em 2005) frente ao vidro (45%) e ao pet( 47%).Renata comparou a produção de 1000 litros de refrigerante para cada embalagem, somou a porcentagem de reciclagem e materia prima e concluiu: o alumínio é o que menos consome energia, água e recursos naturais, tem a menor emissão de poluentes e gera menos resíduos sólidos.
É de espantar que o vidro, cuja garrafa é reutilizada de 20 a 30 vezes em média não seja o mais ecológico.Mas é exatamente por causa das idas e vindas no transporte, e sua queima de combustivel que ele perde pontos."O vidro só é melhor se considerarmos que seus recuros são mais renováveis que o petróleo do pet e a bauxita do alumínio. Se a industria usasse combustiveis mais limpos a avaliação melhoraria", diz Renata.Ainda que vivessemos num mundo ideal com 100% de reciclagem, o alumínio teria suas vantagens , pois gastaria menos recursos naturais e emitiria menos poluentes.O pet seria mais econômico na energia na água e na produção de lixo.Por outro lado, sem reciclagem a latinha seria o terror dos recursos naturais e da emissão de gases.

TOME BANHO PELA MANHÃ:

A dica é velha: evite consumir energia elétrica em horario de pico.Mas está mais atual do que nunca.A limitação das usinas e a escassez de água, motor propulsor das hidrelétricas , deixam sempre possivel haver um apagão.O Brasil produz , normalmente 75 mil megawats de energia eletrica a quantidade é suficiente para o consumo habitual, mas não para os picos - momentos como o intervalo de futebol quando milhões de brasileiros abrem a geladeira para pegar uma cerveja ou as 7:30 quando a maioria liga o chuveiro Quando as 138 hidrelétricas não dão conta da demanda , o país é obrigado a acionar as usinas termoelétricas, que usam como combustivel o gás natural, carvão, xisto ou óleo diesel e lançam muito mais dióxido de carbono no ar.Com todos os tipos de usinas ligados a capacidade de fornecimento sobe para 100 mil megawats.Já que é imposivel armazenar energia em quantidade qualquer consumo superior a isso obrigaria a construção de mais usinas e linhas de transmissão. Imagine se os 186 milhões de brasileiros decidissem tomar banho em chuveiro eletrico as 19:30.Como cada chuveiro gasta cerca de 1 kWh em 11 minutos de banho, o país precisaria de quase duas vezes mais usinas para não apagar.Para espantar esse risco, basta variar o horário do banho.Se você ligar o chuveiro fora dos horários de pico, como pela manhã, ajuda a diminuir a necessidade de construção de mais usinas para atender a um consumo pontual.

PAGUE SUAS CONTAS ON LINE:
Aqueles papéis bancarios que você recebe toda vez que paga suas contas significam mais emissões de poluentes, gás metano nos lixos e água desperdiçada.Essa é a coclusão de um relatório de empresa de consultoria americana Javelin Strategy and Resersh sobre o que representam os estratos comprovantes de pagamentos e cheques nos EUA.Segundo o estudo lançado em junho, se todos os mericanos abolissem o papel de todas as suas transações bancarias , 2, 3 milhões de toneladas de madeira seriam poupadas por ano-ou cerca de 16 milhões de árvores.Ok o consumo de madeira não é ruim para o aquecimento global, já que madeira e papel são pequenos depósitos de moléculas de carbono.O problema é que para fazer papel , é preciso muita energia e poluição.A produção dos comprovantes nos EUA gasta a energia suficiente para abastecer , durante o ano inteiro, uma cidade do porte de Campinas(SP) .Se tanto papel não existisse , a emissão de carbono tambem diminuiria, no equivalente a 355 mil carros a menos nas estradas americanas.No Brasil, a maior empresa de bobinas do país abasteceu, em 2006, 4 grandes bancos com 6 mil toneladas de papéis para caixas eletrônicos.

USE A ÁGUA DA LAVADOURA PARA REGAR O JARDIM:

Em vez de gastar água da torneira ou mangueira para regar as plantas, use a que sai da maquina de lavar.A água dos ultimos enxagues da lavadoura é muito boa para plantas."A partir do 2°ciclo a consentração da maioria dos sais traz benefícios as plantas principalmente aos gramados" afirma Gilberto Kerbauy, professor de botânica do Instituto de Biociências da USP Gilberto analizou os resultados na tese de doutorado da engenheira civil Simone May, tambem da USP.Simone quantificou itens como acidez, sais, metais pesados e coliformes para 3 enxagues da máquina a partir da lavagem de roupas de uma família típica."O 1ºenxague é muito sujo, equivalente a água resultante de um banho de chuveiro"diz ela.A quantidade de coliformes fecais no 1º ciclo era de 44 mil cada 100 mililitros -em piscinas por exemplo acima de 1 mil/ml a água é considerada imprópria .Mas ,nos enxagues seguintes, a cconcentração baixa a niveis normais."A partir do 2º enxague, a água pode ser reaproveitada para regas de plantas ornamentais.Os valores de pH estão na faixa tolerável para a maioria das plantas (7,9 e 7,1)" diz Kerbauy. "Eventualmente a consentração de sódio poderia ser prejudicial a algumas espécies.E o uso para regar hortas deve ser evitado.

#PINTAR APAREDE DE BRANCO FAZ BEM PARA O MEIO AMBIENTE DIMINUI A TEMPERATURA EM CASA EM ATÉ 5ºC.#

~#CÃES E GATOS VÃO FICAR SEM ABRIGO#~

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CÃES E GATOS VÃO FICAR SEM ABRIGO:
Uma das mais tradicionais entidades protetoras de animais da cidade de São Paulo, O Quintal São Francisco fundado em 1957, anunciou que vai fechar as portas do abrigo que mantem cerca de 300 cães e gatos no bairro de Parelheiros, na zona sul da capital. Não se trata de uma noticia qualquer. O abrigo, inaugurado em 1961, chegou a ter 700 animais agora a direcão se rende a um problema que parece insoluvel, o crescente número de cães e gatos abandonados na Cidade de São Paulo. O abandono de animais sobretudo de filhotes e doentes é uma cena cada vez mais comum nos parques, praças e ruas da cidade.Um problema que aumenta com as festas de fim de ano, quando donos inresponsaveis vão viajar e não esitam em deixar seus animais para traz.
CRIME:
Apesar do abandono de cães e gatos ser considerado crime pela lei de crimes ambientais, de 1998, a policia Militar Ambiental reconhece que , dificilmente, alguem vai para cadeia por jogar um animal em praça publica. Como o endereço do abrigo em Parelheiros é conhecido a décadas e todos sabem que lá os animas são bem tratados inclusive com assistencia de veterinários, o local virou ponto de abandono de bichos.


"NÓS FOMOS VENCIDOS PELO ABANDONO DE ANIMAIS, PERDEMOS A BATALHA.NÃO DESISTIMOS DA LUTA, E SIM DO ABRIGO"

Disse Angela Caruso presidente do Quintal de São Francisco.

Reconheço que não conseguimos mudar a conciência da comunidade nem aumentar a responsabilidade de alguns donos de animais a ponto deles não abandonarem seus bichos"lamentou.
Angela vai acelerar em 2010, a doação dos cerca de 300 animais que ainda vivem em Parelheiros.O obgetivo é fechar o abrigo em março e vender o terreno em seguida."Em certas semanas, chegamos a encontrar diante doportão até 45 filhotes abandonados. Ninguem consegue dar conta, com qualidade de vida, de tantos animais" explica.

DESPESAS:
As despesas mensais do abrigo chegam a R$20 mil , o que inclui ração, medicamentos e produtos antipulgas.O pior é saber que o número de cães e gatos pode crescer indefinidamente no abrigo, uma vez que a quantidade de animais abandonados na porta é maior do que a capacidade de adoção dos animais. "Não é facil achar uma familia que queira cuidar com responsabilidade de um animal do abrigo"diz Angela"Hoje percebo que com o abrigo em endereço conhecido, nós acabamos contribuindo para a falta de responsabilidade das pessoas" diz a presidente.

ABANDONO:
Numa cidade como São Paulo , donos de animasi como cães e gatos se desfazem de seus bichos por inúmeros e futeis motivos.Um problema de desmprego, mudança de endereço, uma doença inesperada no animal são razões para deixar os bichos em praças públicas ou até em grandes avenidas movimentadas .Estima-se que entre 500 mil e 2 milhões de cães e gatos estejam abandonados em São Paulo. Angela conta que nem as intensas campanhas de castração conseguiram reverter a situação em Parelheiros e diminuir a população de cães e gatos.Segundo ela, o abrigo realizou ao longo dos ultimos anos, 24 mil castrações.A direção tambem fez inúmeras palestras educativas. "Fiz tudo o que podia na comunidade, mas não consegui mudar a cabeça das pessoas a ponto de criar uma nova cultura"Nos esforçamos para que surgisse um novo comportamento, capaz de manter os animais vacinados e castrados dentro de casa". Com os custos crescentes e sem o apoio de empresas do setor, a solução foi encerrar as atividades do abrigo. A pratica do abandono de animais é inerente ao ser humano, infelizmente.

SECRETO:
Daqui pra frente o Quintal de São Francisco vai continuar sua luta de proteção aos animais na área da educação.Angela avisa, porem que os animais velhinhos ou doentes que não conseguirem um lar até março de 2010, serão levados para um abrigo secreto do Quintal de São Francisco em São Paulo.Ficaram lá por tempo indeterminado. Abrigos secretos são adotados hoje pelas principais organizaçõe não governamentais(ongs) do setor, uma vez que donos irresponsaveis e aproveitadores costumam abandonar seus animais diante dos portões das entidades que reconhecidamente cuidem bem de bichos.

~#INICIATIVA MARAVILHOSA#~

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Replantio e incentivo ecologico nas escolas do bairro.







PARQUE SHANGRILÁ:
Área (m²)

75.643
Infraestrutura
Playground, quadra de areia, área de estar com mesas e bancos, sanitários, educação ambiental, trilhas monitoradas, viveiro, duas nascentes e horta.

~#Fauna#~

O parque contempla ambientes de mata, eucaliptal, brejo e ambiente aquático. Apesar do levantamento da fauna estar em andamento, já foram registradas 66 espécies animais identificadas. Dentre elas estão o lagarto-teiu (réptil), o gambá-de-orelha-preta (mamífero) e 64 espécies de aves. Destacam-se as espécies ameaçadas de extinção no Estado, a exemplo do jacu-guaçu, papagaio-verdadeiro e tucano-de-bico-preto. As garças, socózinhos, biguás e o mergulhão-pequeno alocam-se nas margens da Billings em busca de peixes e larvas, além do escandaloso carão e o cauteloso gavião-caramujeiro que tem como base alimentar os caramujos do gênero Pomacea. Os brejos oferecem refúgio para a saracura-sanã, a sanã-parda, e os passarinhos: piá-cobra, curutié e o joão-botina-do-brejo. No remanescente de mata, foram detectados o pula-pula, o bico-chato-de-orelha-preta e as aves endêmicas: picapauzinho-verde-carijó, arredio-pálido, tiriba-de-testa-vermelha, tucano-de-bico-preto e saracura-do-mato. O rapinante acauã foi observado. Este tem costume de vocalizar no crepúsculo, parecendo não se conformar com o cair da noite e continua a emitir seu forte canto prolongado.

~#Flora
#~


Área ajardinada circundada por eucaliptal com subosque de mata em regeneração, com plantio de árvores pioneiras. Pode-se observar exemplares de espécies nativas como tapiá-guaçu, embaúba, aroeira-mansa, cuvitinga, jerivá, manacá-da-serra, cedro-rosa, camboatá, samambaiaçu, orelha-de-elefante e cabuçu.

~#Particularidades#~

O Parque fica dentro da Área de Proteção Ambiental Bororé-Colônia. Faz parte de um conjunto de parques que está sendo implantado para proteger a represa Guarapiranga, dentro da Operação Defesa das Águas. Apresenta áreas de lazer com equipamentos esportivos e áreas restritas de preservação, com destaque para o desenvolvimento de atividades de educação ambiental.

Endereço:

Rua Irmã Maria Lourença, 250
Bairro
Jardim Shangrilá
Contato
11 5933-3015
Funcionamento
6h às 18h / 6h às 19h (verão)
Subprefeitura:
Capela do Socorro
Bacia Hidrográfica
Cocaia

Mais informações:

* Situação
* Implantado
* Acessibilidade
* Sanitarios
* Atividades e lazer
* Pista de caminhada/ corrida
* Área de estar
* Quadra poliesportiva
* Fauna
* Aves
* Mamíferos
* Répteis
* Flora
* viveiro
* Mata nativa
* Reflorestamento

CONHEÇA... VISITE...PRESERVE

PARQUE SHANGRILA
Inaugurado no dia 19 de agosto de 2008 funciona todos os dias das 6:00 as 18:00
Unidade 01:das árvores Unidade 02:Floresta Animal Unidade 03:Mundo florestal Doação de mudas de terça feira a sabado das 10:00 as 18:00hs Plantio com a comunidade todos os sabados a partir das 10:00hs da manhã. Cursos e eventos mensais informe-se na coordenação.




CONSCIÊNCIA NÃO TEM IDADE

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Consciência não tem idade, incentive seu filho a descobrir o valor da Preservação Ambiental.Seja num vasto jardim ou num copo descartável, a emoção de plantar é a mesma...
Seus netos agradecem!!!